Goodenough dedicou sua vida a Química e hoje recebe o reconhecimento por seu feito a ciência

Nesta quarta-feira (9), aos 97 anos de idade, John B. Goodenough, passou a ser a pessoa mais velha a ganhar um Nobel. Goodenough foi premiado por seus estudos no desenvolvimento de baterias de íons de lítio. O cientista recebeu seu reconhecimento ao lado de outros dois cientistas: o japonês Akira Yoshino e o britânico M. Stanley Whittingham.

Atualmente, Goodenough trabalha na cidade do Texas, nos Estados Unidos, ocupando a Cadeira Cockrell em Engenharia da Universidade em Austin.

Um dos membros do comitê do Nobel e também professor, Olof Ramström, não mediu elogios ao premiado “cientista fantástico”, exclamou. Disse ainda sobre a dedicação de Goodenough com seu trabalho “Ele trabalha nessa área há muitos, muitos anos, e nunca se aposentou. Então ainda está trabalhando até essa idade”.  

Até o ano de 2018, Arthur Ashkin, de 96 anos, era o mais velho ganhador do prêmio. Sua pesquisa era voltava para o estudo de pinças ópticas e a aplicação delas em sistemas biológicos. Ashkin contou com a ajuda de outros grandes cientistas de nossa época: a canadense Donna Strickland e o francês Gérard Mourou.

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