De acordo com a prefeitura de Salvador, desde 21 de setembro, quando as praias foram reabertas, salva-vidas já fizeram 350 ações preventivas, orientando sobre perigos da maré. Praia de Itapuã, em Salvador
Gabrielle Gomes/ G1-BA
Após uma semana da reabertura das praias da capital baiana, 17 casos de afogamentos, entre os trechos de Jardim de Alah a Stella Maris, foram registrados pela a Coordenadoria de Salvamento Marítimo de Salvador (Salvamar) registrou.
De acordo com a prefeitura de Salvador, desde 21 de setembro, quando as praias foram reabertas, os salva-vidas já fizeram 350 ações preventivas, orientando banhistas sobre eventuais perigos da maré.
Ao todo, são 240 profissionais atuando em 35 postos espalhados pela orla marítima da cidade.
Segundo o coordenador da Salvamar, Iure Carlton, os banhistas devem adotar alguns cuidados na hora do banho de mar. Um das medidas é evitar profundidades, principalmente quando a água estiver acima da linha da cintura.
“Há muitos perigos com a mudança de maré do inverno para a primavera, como correntes de retorno e ondas mais fortes. Às vezes, a profundidade do mar aumenta sem que o banhista perceba. Daí a necessidade de fazermos um trabalho de orientação para que as pessoas fiquem sabendo de eventuais situações e riscos da maré”, destacou.
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