Adolescentes são suspeitos do crime, ocorrido em Luís Eduardo Magalhães. Um deles já havia confessado e dito que motivo foi discussão, porque vítima teria xingado a mãe dele. Após investigação, polícia suspeita de homofobia. Polícia no bairro Conquista, em Luís Eduardo Magalhães, onde corpo de Guilherme de Souza foi achado
Reprodução/TV Bahia
O jovem Guilherme de Souza, de 21 anos, que morreu após ser agredido e ter o corpo queimado, foi vítima de homofobia. A informação é da polícia de Luís Eduardo Magalhães, cidade do oeste da Bahia onde ocorreu o crime.
Guilherme foi morto na madrugada do último domingo (12). Ele foi atacado com pauladas e pedradas, teve corpo queimado e foi deixado em uma casa abandonada no bairro Conquista, na cidade.
Logo após o crime, a polícia identificou os suspeitos, dois adolescentes de 14 e 16 anos. O adolescente de 14 anos foi apreendido e, para a polícia, confessou o crime, apontado como premeditado. Na primeira versão, o adolescente disse que teve uma discussão com a vítima, porque Guilherme teria xingado a mãe dele.
Entretanto, durante as investigações, a polícia descobriu uma segunda versão e destaca que o crime foi por homofobia. Gabriel era homossexual, e o adolescente de 14 anos teria dito a pessoas na cidade que estava incomodado como o jovem olhava para ele.
As investigações continuam, e a polícia segue nas buscas pelo adolescente de 16 anos, suspeito de participação no crime. O adolescente apreendido será transferido, nesta quinta-feira (16), para cumprir medida socioeducativa em Salvador.
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