O secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, deve ser indicado pelo Brasil para a presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O comando do BID ficará vago este ano, com o término do terceiro mandato do diplomata e empresário colombiano Luis Alberto Moreno.

Troyjo tem recebido elogios frequentes do ministro da Economia, Paulo Guedes, e o reconhecimento do próprio presidente Jair Bolsonaro. Ele foi um dos principais negociadores do acordo de livre-comércio entre membros do Mercosul e da União Europeia. Tanto que, primeiramente, ele chegou a ser o nome mais cogitado para assumir o banco do Brics, que passará a ser comandado pelo Brasil.

Integrantes do Palácio do Planalto apostam na proximidade com os Estados Unidos para conseguir os votos necessários para indicação do nome de um brasileiro.

Do ponto de vista estratégico, o governo avalia que isso colocará o país numa posição de liderança na região.

Quando Moreno deixar o mandato, entrará em vigor a reforma aprovada em 2014 segundo a qual os novos presidentes não podem exercer mais de dois mandatos de cinco anos.

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