A Justiça Federal determinou a exclusão da cobrança do ICMS na fatura. Por outro lado, em maio, a Aneel aprovou reajuste de 6,93% nas tarifas residenciais da empresa.

A conta de luz pode ficar 1% mais barata neste mês em Minas Gerais. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região determinou a retirada da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da base de cálculo do Pasep e Cofins na fatura.

A decisão atende pedido da própria Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). De acordo com a empresa, 29,5% do valor se referem a tributos. Outros 22,4% ficam na Cemig Distribuição para cobrir investimento e custeios. Os outros 48,1% são destinados a encargos setoriais (12,9%), energia comprada (29,3%) e encargos de transmissão (5,9%).

Por outro lado, em maio deste ano, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajuste de 6,93% nas tarifas residenciais da companhia. De acordo com a Cemig, o aumento foi para compensar os custos da empresa com a compra de energia.

Inadimplência

Cerca de 550 mil pessoas em Minas Gerais estão com as contas atrasadas neste mês de julho. Em Belo Horizonte, são 85 mil pessoas com alguma pendência na Cemig.

Atualmente, 8,5 milhões de clientes são atendidos pela Cemig nas 774 cidades onde atua no estado.

Lucro

A Cemig teve um lucro líquido de R$ 797,2 milhões no primeiro trimestre de 2019, uma alta de 71,6% na comparação anual, um resultado impulsionado por suas vendas de energia e ganhos com operação de hedge.

A receita da empresa somou R$ 5,9 bilhões entre janeiro e março, patamar 19,8% superior ao visto no mesmo período do ano anterior.

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