Tendas clandestinas para realização de testes rápido de Covid-19 são fechados no Rio. Pesquisadores desenvolvem técnica para ver o vírus em 3D dentro de célula. Hoje é quarta-feira, 5 de agosto, e o Brasil tem mais de 2,8 milhões de casos confirmados de coronavírus. O número de mortos pela Covid-19 no país passa de 96 mil.
A média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.066 óbitos, uma variação de 1% em relação aos dados registrados em 14 dias, com base no balanço da noite desta terça-feira (4) do consórcio dos veículos de imprensa. Já a média móvel de casos foi de 46.204 por dia, uma variação de 24% em relação aos casos registrados em 14 dias.
Em todo o mundo, três países já superaram a marca de 1 milhão de diagnósticos: Estados Unidos (4,7 milhões), Brasil (2,8 milhões) e Índia (1,9 milhão).
IVERMECTINA: por que ela não é a pílula mágica contra a Covid-19
MÉDIA MÓVEL: veja onde as mortes estão subindo, em estabilidade ou em queda
SINTOMAS: quais os sintomas e quando procurar um médico
VACINAS TESTADAS NO BRASIL: entenda pesquisas
MEMORIAL: histórias de vidas interrompidas pela Covid-19
ANTICORPOS: quem já teve Covid-19 pode pegar de novo?
PESQUISA: saiba mais sobre as candidatas a vacina
PREVENÇÃO: como evitar contaminação pelo coronavírus
Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19
Abaixo, o G1 reúne as principais notícias do dia sobre coronavírus:
Por que tendas de testagem de Covid-19 estão sendo fechadas no Rio de Janeiro?

Tenda que oferecia teste para Covid-19 na Zona Sul do Rio
Reprodução/ TV Globo
A Vigilância Sanitária do Rio está fechando tendas que oferecem, sem autorização da prefeitura, testes rápidos de Covid-19. Para realizar os testes, os postos deveriam seguir regras de segurança, como só atender em “drive-thru” e oferecer proteção completa para os funcionários. Sem os procedimentos exigidos, os locais são considerados clandestinos. Na terça-feira, três postos foram fechados no Rio, dois na Barra da Tijuca e um Botafogo.
O novo coronavírus pode ser visto em 3D dentro de célula?
Protocolo desenvolvido por pesquisadores da Unicamp mostra o microrganismo se replicando na periferia do núcleo celular
Luana Nunes Santos/Unicamp
Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveram um método que permite visualizar o material genético do novo coronavírus (Sars-CoV-2) dentro das células, em 3D. Baseado na técnica conhecida como hibridização in situ por fluorescência — FISH (fluorescent in situ hybridization) —, ele permite visualizar o vírus nas células em três dimensões e a marcação simultânea de outros componentes celulares.
Desmatamento na Amazônia pode causar novas epidemias?
Médico sanitarista alerta que desmatamento na Amazônia pode levar a outras epidemias
O médico sanitarista e ex-presidente da Anvisa Gonçalo Vecina afirmou, em entrevista à GloboNews nesta quarta-feira (5), que o desmatamento na Amazônia pode levar a outras epidemias, como a da Covid-19, pelo fato de a floresta abrigar muitos outros vírus. “Nós estamos agredindo a Amazônia. Na Amazônia, tem uma quantidade de vírus imensa. A próxima epidemia, com o nível de agressão que nós estamos fazendo ao meio ambiente, já está a caminho”, afirmou Vecina. Segundo ele, é preciso desenvolver remédios e vacinas “o mais cedo possível”.
Outras notícias do dia:
Famílias dormem dentro de carro para fazer teste gratuito de coronavírus em SP
Vacina contra Covid-19 começa a ser testada em profissionais de saúde do DF