Bolsonaro vetou trechos de lei que prevê medidas de proteção a indígenas e povos tradicionais na pandemia. Estudantes da África do Sul ficam com a alimentação comprometida devido a fechamento de escolas. Hoje é quarta-feira, 8 de julho, e o Brasil tem 66, 8 mil mortes causadas pela Covid-19. O número de casos de novo coronavírus chega a 1,6 milhão no país. O número de mortes equivale a 12,2% do total no mundo pela doença, que já tem 11,8 milhões de casos confirmados e mais de 544,8 mil mortes.
Apenas dois países ultrapassaram 1 milhão de diagnósticos: Estados Unidos e Brasil. Em seguida estão Índia (742,4 mil casos) e Rússia (699,7 mil casos), segundo um monitoramento da universidade norte-americana Johns Hopkins atualizado nesta manhã.
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O que Bolsonaro vetou sobre proteção a indígenas na pandemia?
Guerreiros Yanomami cruzam riacho durante um encontro de lideranças na comunidade watoriki, na Terra Indígena Yanomami, em novembro de 2019
VICTOR MORIYAMA / ISA

Ao sancionar a lei que prevê medidas de proteção a indígenas e povos tradicionais durante a pandemia, Bolsonaro vetou itens como: obrigatoriedade de o governo facilitar acesso ao auxílio emergencial; garantia de distribuição de água potável, itens de higiene, limpeza e desinfecção de aldeias; obrigatoriedade de liberação de recursos emergenciais para saúde indígena.
Por que a pandemia ameaça a alimentação de crianças na África do Sul?
Com o fechamento das escolas na África do Sul após a pandemia, ficaram sem alimentação crianças de áreas mais pobres, que têm a escola como único lugar que garante o acesso a uma refeição completa.
Cerca de 12 milhões de alunos ficaram sem aulas por dois meses. Estudantes de 12 a 17 anos retornaram às aulas em junho, mas com o avanço da doença no país, que tem mais de 200 mil casos e 3 mil mortes, autoridades adiaram o retorno dos demais alunos nas regiões mais afetadas.
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