Neymar
Neymar vira alvo de ação de ativista LGBT após fala polêmica (Imagem: Reprodução / Instagram)

O comentário homofóbico de Neymar desencadeou uma briga judicial entre o jogador brasileiro e Agripino Magalhães, ativista da ONG LGBT+. O defensor da comunidade pediu ao Ministério Público de São Paulo que providencie a volta do craque, que está em Paris, e que peça o bloqueio de seu jato particular.

De acordo com as informações do site UOL Esporte, a exigência de Magalhães para o retorno do atacante é para que ela preste depoimento o mais rápido possível e explique a sua fala, vazada no último dia 5 de junho, perante os investigadores.

Em áudio vazado, Neymar disse que Tiago Ramos, ex-namorado de Nadine Gonçalves, era “viadinho” e um “dá o c* do caralh*”. Seus “parças” foram além e ameaçaram o jovem. “Vamos matar, enfiar um cabo de vassoura no c* dele”, disparou um deles.

Sobre a aeronave, ele pediu o bloqueio para um eventual pagamento de indenização de R$ 2 milhões à comunidade. Representante de Agripino no processo, o advogado Angelo Carbone relatou que foi alvo de ameaças de morte após ter feito a denúncia. Elas foram feitas por perfis em redes sociais e por telefone. Algumas delas, inclusive, vieram da França. Os autores tinham sotaque e dificuldade de falar em português, segundo ele.

Além de uma indenização milionária, o autor do processo pede que o Ministério Público denuncie o craque e seus amigos pelos crimes de homofobia e formação de quadrilha. Procurada, a assessoria do integrante do Paris Saint Germain não comentou o assunto.

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