Segundo agência oficial de notícias, trata-se de uma pessoa que retornou ao país depois de ter fugido para a Coreia do Sul há três anos. Paciente foi colocado em quarentena e cidade de Kaesong ficará em confinamento total; fronteiras do país estão fechadas. Aluno de escola primária tem a temperatura verificada antes de entrar na escola, em Pyongyang, Coréia do Norte, em foto de 3 de junho
Jon Chol Jin/AP
Um primeiro caso “suspeito” de coronavírus foi registrado na Coreia do Norte, que está em “emergência máxima”, anunciou a agência de notícias oficial KCNA neste domingo (26 horário local, noite de sábado no Brasil).
Trata-se de uma pessoa que “voltou em 19 de julho depois de ter cruzado ilegalmente a linha de demarcação” que faz fronteira com a Coreia do Sul, segundo a KCNA.
A agência descreve a pessoa suspeita de ter sido infectada como “um fugitivo que foi para o sul há três anos” e teria sido encontrado na cidade de Kaesong, na fronteira com a Coreia do Sul.
Essa pessoa “foi inicialmente submetida a uma quarentena rigorosa, e todas as pessoas que estiveram em contato com ela e as que estiveram nesta cidade nos últimos cinco dias estão sendo investigadas minuciosamente”, informou a KCNA.
Pyongyang afirmou anteriormente não ter casos de coronavírus e que as fronteiras do país permaneceriam fechadas.
Para lidar com a “situação perigosa” e “que poderia levar a uma catástrofe mortal e destrutiva”, o líder norte-coreano Kim Jong-un convocou uma reunião do gabinete político no sábado para adotar um “sistema de emergência máximo e emitir um alerta de alto nível” para conter a epidemia, disse a agência oficial.
Apesar das medidas estritas de quarentena, “parece que o vírus entrou no país”, disse Kim Jong-un, segundo a KCNA.
O líder norte-coreano disse que o governo tomou “a medida preventiva para confinar completamente a cidade de Kaesong” em 24 de julho, acrescentou a fonte.
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