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No JN, William Bonner comenta matéria da Veja sobre a família Marinho (Imagem: Reprodução / Globo)

O JN da última sexta-feira (14) repercutiu a matéria da revista Veja que deu detalhes de uma grave acusação do “doleiro dos doleiros”, Dario Messer, sobre repasses de dólares em espécie para integrantes da família Marinho dentro da sede da Globo no Rio de Janeiro.

Após o quadro do telejornal sobre a ajuda de grandes empresas no país para conter os estragos causados pela pandemia do novo coronavírus, William Bonner tomou a palavra e destacou aos telespectadores que “o site da revista Veja publicou uma matéria sobre um depoimento do doleiro Dario Messer” em sua delação premiada homologada na última quarta-feira (12).

“O doleiro teria alegado que, na década de 1990, entregou na sede da TV Globo valores entre 50 mil e 300 mil dólares de duas a três vezes por mês sem dizer em que período”, explicou o âncora, que continuou: “A revista destaca que o doleiro não apresentou provas do que afirmou e que admitiu nunca ter se encontrado com qualquer integrante da família Marinho”.

Bonner citou os chefões do Grupo Globo, apontados por Messer como os destinatários dos valores. “Apesar disso, salienta a revista, Messer teria dito que os valores se destinariam a Roberto Irineu, presidente do Conselho de Administração do Grupo Globo, e João Roberto Marinho, vice-presidente do Grupo Globo”, informou.

No final do comentário, o editor-chefe do JN leu a nota que a família Marinho enviou à revista. “A respeito de notícias divulgadas sobre a delação de Dario Messer, vimos esclarecer que Roberto Irineu Marinho e João Roberto Marinho não têm nem nunca tiveram contas não declaradas às autoridades brasileiras no exterior. Da mesma maneira, nunca realizaram operações de câmbio não declaradas às autoridades brasileiras”, comentou.

Confira a repercussão na web:

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