Em Tel Aviv, israelenses se reuniram no Parque Charles Clore para o ato contra a gestão das crises sanitária e econômica. Protestos ocorrem um dia depois da entrada em vigor de novas restrições para conter a propagação do novo coronavírus. Com máscaras, manifestantes vão às ruas em Tel Aviv, em Israel, para criticar promessas descumpridas por Benjamin Netanyahu durante a pandemia da Covid-19
JACK GUEZ / AFP
Milhares de manifestantes protestaram neste sábado (18) em Jerusalém e Tel Aviv, ambos em Israel, para denunciar a corrupção e gestão da pandemia da Covid-19 pelo governo.
O descontentamento popular aumentou nos últimos dias, em sintonia com as novas restrições impostas ante o ressurgimento da epidemia, e os manifestantes acusaram o governo de estar “desconectado” da realidade.
Uma primeira mobilização ocorreu na capital do país, em Jerusalém, e reuniu centenas de pessoas em frente à residência do premier Benjamin Netanyahu, para exigir a sua renúncia.
Processado por corrupção, fraude e abuso de confiança em três causas, Netanyahu é o eixo de um julgamento cuja próxima audiência está prevista para este domingo.
Na cidade de Tel Aviv, milhares de pessoas se reuniram no Parque Charles Clore para protestar contra a gestão das crises sanitária e econômica, um dia depois da entrada em vigor de novas restrições para conter a propagação do novo coronavírus.
O gabinete do premier e o Ministério da Saúde anunciaram nesta sexta (17) que a maioria do comércio não essencial e dos locais públicos deverão fechar neste fim de semana, até nova ordem. O país, de 9 milhões de habitantes, registra mais de 49 mil casos da Covid-19, com 400 mortos.
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