Cerca de 15,8 milhões de pessoas assistiram à primeira noite da Convenção Nacional Republicana dos Estados Unidos na segunda-feira, número menor que a audiência da Convenção Nacional Democrata. Donald Trump Jr. discursa na primeira noite da Convenção Nacional do Partido Republicano, na segunda-feira (24)
AP Photo/Susan Walsh
Cerca de 15,8 milhões de pessoas assistiram à primeira noite da Convenção Nacional do Partido Republicano dos Estados Unidos na segunda-feira (24), de acordo com a Nielsen Media Research, um número menor que os 18,7 milhões de espectadores que acompanharam a primeira noite de Convenção Nacional Democrata no mesmo número de canais de televisão. 
O número de telespectadores da convenção republicana reflete a audiência de seis canais de TV entre 22h e 23h no horário da Costa Leste dos Estados Unidos, e não inclui espectadores online e por streaming. A Fox News teve a maior audiência, com 7,1 milhões de espectadores.
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No total, cerca de 19,7 milhões de pessoas assistiram à primeira noite da convenção democrata em 10 canais de televisão dos EUA no dia 17 de agosto. Um número comparável para a convenção republicana é esperado para terça-feira (25).
A primeira noite da convenção republicana teve discursos de personalidades do partido como a ex-embaixadora na ONU e ex-governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley, de Donald Trump Jr., o filho mais velho do presidente norte-americano, e de Mark e Patricia McCloskey, o casal da cidade de St. Louis que apontou armas a manifestantes do movimento Black Lives Matter que passaram marchando por sua casa. 
Patricia e Mark McCloskey falam em vídeo gravado para a Convenção Nacional do Partido Republicano, apresentado na segunda-feira (24)
Courtesy of the Committee on Arrangements for the 2020 Republican National Committee via AP
Cedendo à realidade da pandemia, quase todos os que discursaram falaram a um auditório praticamente vazio em Washington, apesar da vontade do presidente Donald Trump, que queria um grande evento para discursar diante de milhares de seus apoiadores. 
Ao defenderem a reeleição de Trump no dia 3 de novembro, muitos dos que falaram retrataram os Estados Unidos como um país à beira do caos, argumentando que a eleição do democrata Joe Biden levaria a um socialismo radical e a restrições às liberdades dos americanos.
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